Microchip para pets: tudo que você precisa saber antes de viajar

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Equipe PassPet
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Microchip para pets: tudo que você precisa saber antes de viajar

Por que o microchip é o ponto de partida de tudo

Se existe uma regra importante em viagens internacionais com pets, é esta: o microchip vem primeiro. Antes da vacina antirrábica, antes de qualquer documento, antes de qualquer outra coisa. Entender o porquê — e os detalhes técnicos — pode evitar um problema sério na hora do embarque.

O padrão internacional: ISO 11784

O padrão aceito em praticamente todos os países do mundo é o ISO 11784, também chamado de FDX-B. É um chip de 15 dígitos, passivo (sem bateria), que responde a leitores de frequência 134,2 kHz. Este é o chip que os veterinários e agentes de fiscalização em todo o mundo vão procurar.

No Brasil, chips no padrão AVID de 9 dígitos ainda são implantados por alguns veterinários. Eles funcionam para registro interno no Brasil, mas não são reconhecidos internacionalmente. Se o seu pet tem um chip AVID, será necessário implantar um segundo chip ISO 11784.

Por que o chip precisa vir antes da vacina

Este é o detalhe que mais gera problema para tutores que não planejaram com antecedência. A vacina antirrábica só é considerada válida internacionalmente quando o número do microchip já está registrado no prontuário do animal no momento da vacinação.

Se a vacina foi aplicada antes do chip, a sequência precisará ser reiniciada: novo chip (ou confirmação/leitura do chip existente) e nova vacina.

Como é o procedimento de implantação

O microchip é implantado por qualquer médico veterinário, com uma agulha de calibre maior, geralmente na região da nuca ou entre as escápulas do animal. O procedimento é rápido — leva segundos — e causa desconforto semelhante a uma injeção comum. Não é necessária anestesia na grande maioria dos casos.

Logo após a implantação, o veterinário deve testar o chip com um leitor para confirmar que está funcionando e registrar o número no prontuário. Peça sempre o número por escrito e confira se os 15 dígitos batem com o que aparece no leitor.

Verificando se o chip está funcionando

Antes de viajar, o veterinário credenciado da PassPet irá realizar novamente a leitura do chip. Chips raramente falham, mas é um cuidado simples que pode evitar uma situação difícil na alfândega de destino. Algumas companhias aéreas também têm procedimento de leitura no check-in.

O microchip não expira

Uma vez implantado corretamente, o microchip dura toda a vida do animal. Não é necessário nenhum tipo de manutenção, troca ou recarga. O que pode variar são os sistemas de registro: no Brasil, o SISDOG (para cães) e sistemas estaduais do CFMV são os principais. Registrar o chip nesses sistemas facilita a identificação do animal em caso de perda, mas o registro nacional não é exigido pela fiscalização internacional — o que importa é o número no prontuário e na caderneta de vacinação.

Onde fazer?

Aqui na PassPet nós fazemos todos os procedimentos sanitários e documentais. Caso esteja fora da cidade de São Paulo, temos clínicas veterinárias credenciadas à PassPet que realizam o procedimento. Entre em contato para mais informações.

Se você já está pensando em viajar com o seu pet e o animal ainda não tem microchip, este é o primeiro passo a resolver. Todo o restante da documentação depende dele.

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